O fim do SEO? Não tão depressa

Aparentemente, pelos vídeos apontados pelos links do post abaixo, o Robert Scoble odeia SEOs de modo geral.

Bom, eu odeio ainda mais quem ignora o SEO e faz aqueles sites horríveis totalmente em Flash com musiquinha de fundo e navegação enigmática. Mas concordo com ele no sentido de que, teoricamente, a importância do SEO diminui em uma busca que não é movida por algoritmos, mas sim por seres humanos.

O que ele não mencionou nos vídeos foi que o Mahalo, em seu estágio atual, é uma ferramenta limitadíssima. Uma busca por “hotel in new york”, por exemplo, não retorna absolutamente nada.

Como todas as páginas de resultado são feitas por colaboradores, o Mahalo só fornece resultados se a busca usar exatamente uma expressão que já tenha uma página de resultados pronta. Por isso, pode até ser melhor do que o Google em algumas situações específicas. Mas não tem escala para se tornar uma solução para todas as buscas. Portanto, por enquanto (e por um bom tempo, creio), é Google na cabeça.

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